segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
BIOLOGICAMENTE.
Estou aqui tentando resumir num texto o que significa família, porque toda família tem suas risadas e brigas. Toda família é única e tem aqueles códigos e fofocas. E eu como boa parte dos filhos do mundo que preferem acreditar que vieram de macacos a acreditar que o Adão era tarado por maças, mas gostava do corpinho de Eva e que mais da metade da população do mundo que serão futuros pais não sabem ou não suportam muito bem o amor, o que faz você concluir que são filhos de pais separados. Alguns separados por uma mulher com corpinho da novela das nove, ou por um bombadinho qualquer, ou pela rotina e afins. No fim, coitado, é tudo culpa do amor que acabou, mas como as situações são quase sempre muito cretinas, somos orgulhosos o bastante pra não deixar de acreditar no amor familiar. (Uau!) Isso porque passei um final de semana inteiro na casa da minha avó paterna o que me garantiu boas reflexões ao som de Norah Jones. Era engraçado o fato da minha avó fofocar garantindo estar apenas passando informações, o meu avô perguntando se já não aprendi aquela música favorita dele do Sergio Reis, minha tina falando de suas experiências com et's, meu primo vendo mulheres peladas e jogando joguinhos de morte, armas e futebol e eu aqui, achando eles meus genes mais tortos. Mas sabe, eu amo eles assim, tortos... E parte daquela parte mais torta de mim.
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