Quem nunca sentiu falta de ouvir uma música...? Nossa, às vezes fico totalmente impaciente, trocando de música antes que elas cheguem no refrão, não sossego e aí que achei um cd perdido, pedindo pra ser ouvido. E eu que estava impaciente me soltei achando que era mesmo a Dancing Queen (deixa que te mostro meu gingado), fiz do meu quarto uma discoteca e eu ria, ria igual criança. (E sou uma criança)
E me soltava, vai vai " Gimme, gimmeee", "Takee a chance, taaake a chance..." e eu descobri porque eu gosto deles e nem é porque desde quando me entendo por gente via minha tia cozinhando ouvindo ABBA, mas porque eles falam de amor, eles falam de dor, eles falam de mentiras, mas transformam tudo em algo tão dançante. E é isso, já parou pra pensar? Ao invés de chorar, dance e cante. Tudo bem que eu amo a versão Turner Joplin de ficar jogada na cama como se fosse uma personagem de Nelson Rodrigues, mas... Alguém então me disse que talvez (provavelmente mesmo) ninguém lia, porque é um saco mesmo ficar lendo o quanto estou triste, dane-se eu (brincadeira, não resisto) mesmo que eu queira deixar literário e afins.
E quem disse que poeta, escritor tem que ficar preso numa taverna escrevendo contos e morrer aos 30 anos sem comer ninguém? Quem? Quem? Que disse que poeta não pode amar... Quem? Eu não tenho nada de poético mesmo. Façamos um trato então, eu escrevo o bom e o ruim só quando não resistir, ok? Voltaremos ao ABBA, e eu voltei a rir e rir. Afinal porque Agnetha canta olhando certinho pra nós e Frida parece autista? Repare! Agnetha toda diva e sedução e Frida super viajando. E eu ria e ria. Voltando a ser Dancing Queen.
Nenhum comentário:
Postar um comentário